Dados demonstram que a prioridade na quitação das dívidas utilizando o 13º salário varia bastante, dependendo da classe social em que se encontra o mossoroense. A classe C, que é a camada mais endividada da pirâmide, é a mais interessada em saldar as contas, enquanto que a menos interessada no assunto é a classe A.
O economista Auris Martins explica que se a pessoa está endividada, alguns financiamentos dão excelentes descontos por quitações antecipadas.
"Infelizmente muitas pessoas não percebem que o 13° é uma oportunidade anual e deve ser tratada como tal. Não virá o 14º salário, se o indivíduo gastar mal, sem cuidado ou sem medida, criando prestações para janeiro e fevereiro, portanto deve-se ter com o dinheiro e redobrar os cuidados com as falsas promoções. Outra questão que não pode passar despercebida é que muitos cidadãos conquistam seu próprio negócio, surgindo a opção ou necessidade mesmo de investir no seu empreendimento, e aqui nestes casos, é quase inevitável o uso do 13°", destacou Auris.
A segunda prioridade dos mossoroenses em relação ao 13º salário diz respeito à realização de gastos pessoais. Quem mais pretende usar o pagamento para esse tipo de gasto no município são as pessoas que integram a classe A, com 37,04%. Na classe B, 35,09% do público aponta o comportamento como sendo de alta prioridade, em contrapartida, com apenas 30,06%, a classe C coloca o gasto pessoal como prioridade para o 13º salário.
Outros destinos a serem dados ao pagamento é a reforma dos imóveis, viagens, compra de presentes natalinos e reservar parte do valor ganho na poupança. Aproximadamente 75% dos mossoroenses dizem que em último caso irão utilizar o dinheiro extra para viajar ou poupar e investir.









